Futebol como ferramenta de ensino, educação e inclusão social: visão de pais e responsáveis de crianças e adolecentes participantes de um projeto social.

Por Ronaldo de Campos Sena 11/12/2018 - 09:29 hs

Foto: Reprodução

RESUMO

Este trabalho teve como objetivo investigar a utilização do futebol como ferramenta de ensino, educação e socialização em um projeto social que atendeu à aproximadamente 400 crianças e jovens na faixa etária de 5 á 17 anos no Miniestádio do bairro Moinho em Cuiabá/MT/Brasil, no ano de 2010. O método utilizado foi a investigação das ciências factuais por meio de aplicação de questionários aos pais e responsáveis dos participantes do projeto. Após análise dos resultados concluiu-se que a atividade esportiva pode ser considerada como uma ferramenta pedagógica para socialização de crianças e adolescentes. Destacou-se o uso desta ferramenta como instrumento social na redução da exposição de crianças e adolescentes à violência devido à ociosidade, ocupando-os em períodos de inatividade. Essa temática torna-se especialmente em uma sociedade que apresenta inúmeras dificuldades de ordem social, evidenciando o potencial do esporte como estratégia de intervenção social, especialmente com relação à crianças e jovens.


PALAVRAS-CHAVE: FUTEBOL – SOCIALIZAÇÃO – INCLUSÃO


INTRODUÇÃO


Por sua execução motora simples e pelas regras muito facilitadas, crianças, jovens e adultos desfrutam da prática futebol em momentos de lazer ou de maneira profissional. No Brasil essa atividade já extrapolou, há tempos, as barreiras do entretenimento e recreação, tornando-se um fenômeno cultural, constituindo parte importante da identidade nacional. Fazendo com que o país seja conhecido e reconhecido por expressões populares como: “país da bola”, “país do futebol” e ainda “pátria de chuteiras”.


Para muitos brasileiros, o futebol se transformou em estilo de vida, em um conceito cultural que possui hábitos, linguagens, costumes próprios. Ser um jogador de futebol profissional tornou-se a pretensão de muitos jovens, sendo cada vez mais precoce o início desses no esporte de rendimento através de clubes e escolinhas.


O futebol profissional é sem dúvida um mercado muito atrativo, pois muitos garotos se espelham no sucesso de seus ídolos e sonham em jogar na Europa e vestir a camisa de sua seleção. Segundo VALENTIN e COELHO (2005), seja pela competição racionalizada ou impregnada pelo sentimento lúdico, quando utilizado pelo Estado ou até quando utilizado como instrumento de coesão social, o futebol é um esporte que desempenha um papel central na nossa cultura.


Nas escolas muitos alunos encontram nas aulas de Educação Física a oportunidade de praticar e aprender sobre diversos esportes coletivos, sendo o futebol o principal deles. Porém, muitos professores adotam atitudes inadequadas para o ambiente escolar e passam a promover o alcance de alto desempenho, tornando o processo excludente, pois meninas e garotos menos habilidosos são deixados de lado.


Devido a este fato alguns pesquisadores criticam a utilização dos esportes como instrumento de inclusão social. Porém a importância do esporte como instrumento de inclusão social tem sido evidenciada pelo crescente número de projetos esportivos, financiados por instituições governamentais e privadas, destinados aos jovens das classes populares.


Diante desse impasse este trabalho procurou entender e verificar a positividade do esporte no processo inclusão social e como ferramenta de criação de alternativas à vida na rua de crianças e adolescentes, quando estes estão fora da escola. Verificando se o futebol pode ser utilizado como ferramenta de ensino, educação e socialização de crianças e jovens.


A pesquisa ocorreu em um projeto social realizado no miniestádio do bairro Moinho em Cuiabá-MT, que visava o ensino das posições corretas para a criação da arte futebolística, bem como a prática de socialização entre as diversas classes sociais a 400 crianças e adolescentes de 5 a 17 anos.  No ano de 2010.


Os objetivos propostos para esta pesquisa foram, primeiramente, investigar a utilização do futebol como ferramenta pedagógica para socialização de crianças e adolescentes. Bem como verificar o potencial da utilização da prática do futebol como instrumento social na redução da exposição de crianças e adolescentes à violência devido à ociosidade, ajudando no fortalecimento de famílias, retirando das ruas crianças, ocupando o período de inatividade destas. Criando oportunidade para que os mais pobres ocupassem o tempo ocioso fora da escola de forma saudável, distante dos problemas sociais, como a violência.


REFERENCIAL TEÓRICO


Conforme FLORENTINO (2006), não há dúvida de que o esporte é um fenômeno sociocultural de grande importância na nossa sociedade, cada vez mais, os diferentes grupos sociais praticam esportes nos parques, ruas, como lazer, recreação e integração. Tal é sua importância como um fenômeno social e cultural que o esporte é praticado em todo o mundo.


Muitos autores como (CASTELANI FILHO,1983; BRACHT, 1986; GHIRALDELLI JUNIOR, 1988), criticam a utilização dos esportes como instrumento de inclusão, pois para eles o ensino dos fundamentos e técnicas do esporte seria um processo de mecanização, alienação e até mesmo desumanização. Pois o esporte seria, por “essência”, excludente ao eleger os melhores.


Porém encontramos muitos pesquisadores que divergem deste ponto de vista. (GAYA, 2009; STIGGER, 2009; VAZ, 2009) são alguns exemplos dos que acreditam nos benefícios da prática dos esportes na melhoria da qualidade de vida dos participantes, bem como na contribuição para a formação social destes.


Para que a prática do futebol vá muito além do simples acréscimo de conhecimentos técnicos e táticos dos participantes, esta deve ser utilizada de forma educativa, priorizando a cooperação, a participação, a solidariedade e criatividade dos alunos (CAPITANIO,2003). Ante ao exposto inferimos que uma prática excludente e seletiva impediria que crianças e jovens fossem livres para desenvolver a sua autonomia e criticidade, contradizendo aos atributos educacionais.


Portanto, quando aplicado de forma inclusiva, o esporte pode ser um instrumento pedagógico, que promove o desenvolvimento do ser humano, contemplando a generosidade e respeito às regras e aos adversários, oferecendo noção de consciência de exercício e de ideologia. Uma vez que a educação é essencialmente desenhada para qualquer fase da vida do homem, de forma a criar o seu tempo e determinar seu lugar no mundo. Inspirando valores, estilo de vida, crenças e convicções. Bem como seus conhecimentos, competências e seu ponto de vista libertário de assegurar o exercício pleno da cidadania."


Desta forma podemos enaltecer a importância da adequada formação do profissional que irá atuar na área de educação física. Como afirmado por PAES:


“A modernidade exige que o profissional de Educação Física compreenda o esporte e a pedagogia de forma mais ampla, transformando-se em facilitador no processo de educação de crianças e jovens. Nesse contexto, é preciso ir além da técnica e promover a integração dos personagens, o que só será possível se essa proposta pedagógica estiver embasada também por uma filosofia norteada por princípios essenciais para a educação dos alunos.”  (PAES, 2002, p. 91).


É importante salientar que o esporte transcende as barreiras do entretenimento e recreação, podendo ser uma importante ferramenta educativa. Tendo em vista a sua capacidade de oferecer ferramentas que proporcionam superação de desafios e obstáculos, disciplina por meio do cumprimento de regras e socialização através do trabalho em equipe. Desta forma o esporte pode ser educativo mesmo quando a sua prática não é uma obrigação, mas um lazer.


METODOLOGIA


A pesquisa foi realizada em uma Escola de Futebol, localizada no miniestádio do bairro moinho, Coxipó em Cuiabá-MT, onde foi desenvolvido um projeto social no qual participavam 400 crianças e adolescentes, entre as idades de 5 e 17 anos, que eram divididos em três turnos, três vezes por semana.  Os professores de educação física que participam do projeto contribuíam com a sua capacitação superior e trabalho. Muitos eram mestres e jogadores de futebol profissional. Estes eram pagos por patrocinadores, na sua maioria empresários.


O projeto metodológico que, certamente, é a estrutura básica que organiza a relação entre as variáveis e os resultados, foi proposto, com base nos instrumentos metodológicos que poderiam oferecer dados para questões relacionadas com os objetivos propostos para este trabalho que foram: a) investigar a utilização do futebol como ferramenta de ensino, educação e socialização de crianças e adolescentes em um projeto social realizado no Miniestádio do bairro Moinho em Cuiabá/MT/Brasil, no ano de 2010. b) verificar o potencial da utilização da prática do futebol como instrumento social na redução da exposição de crianças e adolescentes à violência devido à ociosidade.


A pesquisa qualitativa/quantitativa, que pode examinar costumes, comportamentos, atitudes, experiências de vida.  Auxilia na compreensão da questão proposta, permitindo a investigação de determinado fenômeno, suas causas e efeitos. Desta forma vislumbrou-se a necessidade de um trabalho de campo que permitisse alcançar o objetivo do estudo proposto. Em seguida foi pensado em como o projeto social, por meio do futebol, poderia ajudar na socialização de crianças e adolescentes.


A técnica de pesquisa utilizada para coleta de dados deste trabalho foi a Pesquisa de Campo, que conforme LAKATOS (2003):


“Consiste na observação de fatos e fenômenos tal como ocorrem espontaneamente, na coleta de dados a eles referentes e no registro de variáveis que se presume relevantes, para analisá-los.’’ (LAKATOS, 2003, p. 186).


A pesquisa qualitativa/quantitativa utilizou o método de investigação das ciências factuais por meio de questionário, constituído por oito questões fechadas de resposta binária (sim ou não) e duas questões abertas (TABELA 1), aplicado aos pais e responsáveis dos participantes do projeto. Para atingir os objetivos propostos, a recolha e análise foram estruturadas em torno do futebol como um projeto social realizado no bairro Moinho em Cuiabá-MT.


Primeiramente foi efetivada uma coleta de dados primários por meio de levantamentos realizados com os pais e responsáveis dos participantes do projeto. Foi feita também análise de dados secundários obtidos a partir de consultas na internet, documentos históricos, projeto interno de sociais.


Após estudo e formulação das questões foi solicitado a participação dos pais e responsáveis para que respondessem aos questionários, após estarem cientes da relevância do estudo proposto, pois os resultados poderiam trazer benefícios à comunidade por meio da transferência de conhecimento e valorização do projeto social.  


Os questionários foram respondidos por escrito e sem a presença do entrevistador no ambiente onde os fenômenos foram estudados.  A coleta de dados foi realizada no período de janeiro de 2010 a julho de 2010. Responderam ao questionário cinquenta (50) pais ou responsáveis de oitenta (80) indivíduos participantes do projeto social.


RESULTADOS E DISCUSSÃO


O questionário buscou inferir a respeito de pontos relevantes à pesquisa, possibilitando interpretação universal do tema abordado (TABELA 1).

 

No GRAFICO 1, são apresentadas as respostas às questões descritas na TABELA1, em porcentagem, considerando os 50 questionários respondidos.  Observa-se que 96% dos pais e responsáveis acreditam na inclusão social por meio da escola de futebol, enquanto 4% responderam que não (Questão 1). Este resultado é bastante positivo considerando que a comunidade é o público alvo do projeto social. Este resultado concorda com os resultados obtidos para as repostas referentes à questão 8, onde 96% dos pais e responsáveis também acreditam que o projeto tem contribuído para a inclusão social.


É importante lembrar que o conceito de "inclusão social" não se aplica exclusivamente em questões financeiras, podendo tratar-se de inclusão de pessoas da comunidade que estão as margens da sociedade ou até mesmo excluídos do esporte por causa de necessidades especiais, ampliando assim suas relações interpessoais.


Com relação à questão 2, observa-se também que 90% dos pais e responsáveis acreditam que a escola de futebol tem tido um rendimento social para a comunidade participante, enquanto apenas 4% responderam negativamente. Este resultado demonstra que a comunidade percebe o retorno positivo da atividade.




No que se refere à questão 3, 94% dos pais e responsáveis, acreditam que a escola de futebol é uma ferramenta para promoção do ensino, da educação e da socialização. Esse dado é fortalecido pela porcentagem de 96 % de repostas positivas à questão 4, que evidencia escola de futebol como ferramenta educativa importante para o grupo estudado. CAPITANIO (2003), também corroborou com estes resultados, defendendo o esporte como excelente mecanismo para a formação integral e crítica do ser humano, desde que este não seja considerado como mero reprodutor da modalidade esportiva.


Observa-se no gráfico (Questão 5) que 90% dos pais e responsáveis, afirmam que o projeto foi importante para retirar as crianças das ruas. Este dado pode ser explicado pelo fato do futebol proporcionar aos participantes interação social e amizades. Um estudo realizado por VIANNA & LOVISOLO (2011) evidenciou que estes eram os principais motivos que levam os alunos a permanecerem por mais tempo na prática de esportes.


Este fato também foi evidenciado nas respostas positivas à questão 6, onde 86% dos pais e responsáveis acreditam que a escola de futebol promova a socialização dos participantes. Este resultado soma a outros como os de LOY ET AL. (1978), que indicam que a participação no esporte é um elemento de socialização que contribui para o desenvolvimento mental e social, e FARINATTI (1995) que complementa, dizendo que físico-esportivo proporciona à criança com muitas oportunidades para o contato social, na medida de sua maturidade mental.


Em outro estudo realizado por JUCHEM (2006), com crianças brasileiras e os jovens jogadores que se encontram na categoria "16 anos”, obeservou-se que a escala de sociabilidade tornou significativa para aqueles que praticam valores de atividade física regular. 




Na questão 9 (TABELA 2), foi perguntado aos pais e responsáveis se haviam observado mudanças positivas em seus filhos após a participação destes na escola de futebol? As respostas indicaram mudanças positivas em seus comportamentos conforme seguem: maior envolvimento em atividades domésticas; passaram a ficar mais tempo em casa; tornaram-se mais comunicativos e sociáveis, ficaram mais disciplinados; melhoraram desempenho na escola; melhoram seu estado físico; apresentaram comportamento menos agressivo.


Os relatos informaram melhoras significativas no comportamento das crianças e adolescentes que participavam do projeto. Esses relatos indicam a prática esportiva como ferramenta de educação efetiva, podendo ser utilizado como instrumento para desenvolver, não apenas o físico, mas também os aspectos cognitivos, emocionais e sociais dos participantes.


Esses resultados apoiam estudos de TUBINO (1996), que afirma que a prática esportiva é uma atividade que pode contribuir para a formação integral do ser humano, sendo que ela não somente se relaciona ao desenvolvimento físico do participante, mas também exerce grande repercussão em suas funções psicológicas (emocionais) e sociais (relacionais).


O comportamento menos agressivo segundo SOUZA (2004) e PROENÇA (1997) se deve ao fato do esporte ser uma excelente forma de canalizar a energia da criança para uma atividade saudável, prevenindo que ela se manifeste de um modo inadequado.


Na questão 10 (TABELA 2), foi perguntado aos pais e responsáveis "O que você sugere para melhorar a escola de futebol?" Após análise e síntese das respostas, verificou-se que a maioria sugeriu a abertura de novos programas de treinamento para as crianças, maior supervisionamento dos participantes por parte dos de professores da escola de futebol.  Esses relatos corroboram com trabalhos feitos por MARQUES E KURODA (2000), que comprovam a importância do papel do professor/treinador para a formação esportiva e pessoal dos atletas.


Também foi detectado o anseio dos pais e responsáveis por mais apoio do poder público e de empresas nas atividades apresentadas pelo projeto da escola de futebol. Para proporcionar uma estrutura mais completa, com assistência médica e psicológica para auxiliar os atores envolvidos no projeto. Observou-se também que os questionados desejavam que o projeto abrangesse mais áreas, não somente o futebol, sugerindo a agregação de atividades culturais. De forma a ampliar o atendimento à comunidade, principalmente às mulheres.


De acordo com a Constituição de 1988, o Artigo 217, parágrafo 3º é bastante claro ao afirmar que “O Poder Público incentivará o lazer, como forma de promoção social”. Desta forma o esporte é considerado um direito social que deve ser assegurado aos cidadãos, principalmente quando vivenciada nos momentos de lazer.


Porém a consolidação desses direitos só será possível se o Estado colocar o esporte como prioridade, comprometendo parte suficiente do orçamento para a concretização dessas políticas sociais. Para que isso ocorra a sociedade deve cobrar seus direitos de forma ativa, e trabalhos como este podem auxiliar neste processo, pois demonstram o valor do esporte como instrumento eficaz na formação de cidadãos melhor qualificados.


CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES


Após análise dos resultados conclui-se que a atividade esportiva pode ser considerada como uma ferramenta pedagógica para socialização de crianças e adolescentes e que contribui para o desenvolvimento físico, social, emocional dos participantes.


Destaca-se também o uso desta ferramenta como instrumento social na redução da exposição de crianças e adolescentes à violência devido à ociosidade, ajudando no fortalecimento de famílias, retirando das ruas crianças, ocupando o período de inatividade destas. Essa temática torna-se especialmente em uma sociedade que apresenta inúmeras dificuldades de ordem social. Evidenciando o potencial do esporte como estratégia de intervenção social, especialmente com relação à crianças e jovens.


Recomenda-se que os gerentes do projeto procurem melhorias na infraestrutura do espaço físico utilizado, bem como na qualificação profissional dos docentes envolvidos, haja vista a importância destes para o êxito do programa. Bem como proporcionar maior envolvimento dos pais/responsáveis nas atividades do projeto de forma a reforçar a dedicação das crianças e adolescentes, reduzindo a evasão destes.


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Por: Ronaldo de Campos Sena - Mestre em Ciências da Educação. Universidade Gran Asunción.