MT termina 2017 com 800 mil empregos com carteira e registra 28 mil novas vagas

Por RD News 08/10/2018 - 10:04 hs

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MT termina 2017 com 800 mil empregos com carteira e registra 28 mil novas vagas
Setores com melhor desempenho foram Serviços, com 206 mil vínculos e Comércio, com total de 188 mil

Mato Grosso teve crescimento do estoque de empregos formais e chegou a 800,3 mil vínculos em 2017, aponta a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho. Foram 28,7 mil novas vagas, o que representa um aumento de 3,73%, em comparação com 2016.


Os setores com mais postos de trabalho foram os de Serviços, que fechou o ano com 206 mil vínculos; Comércio, com 188,2 mil empregos; Administração Pública, com 152,3 mil; e Agropecuária (113,6 mil).


A Rais é a base de dados mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil. O documento é um dos mais importantes para as estatísticas brasileiras porque traz informações sobre todos os empreendimentos formais do país, desde aqueles sem nenhum funcionário até empresas com milhares de empregados. 


A partir dos dados da Rais é obtido o perfil das empresas e dos trabalhadores brasileiros, que serve para a elaboração de políticas públicas de emprego do governo e para o pagamento de benefícios.


Desempenho Nacional


O número de empregos formais no Brasil cresceu em 2017 e alcançou 46,2 milhões de vínculos. Isso representa aumento de 0,5% em relação a 2016 – foram 221,3 mil postos de trabalho a mais.


A remuneração média do brasileiro teve alta de 2,1% em 2017, chegando a R$ 2,9 mil. O salário das mulheres cresceu mais do que dos homens, passando para R$ 2,7 mil (elevação de 2,6%). O salário médio masculino cresceu 1,8%, alcançando média de R$ 3,1 mil.


Pessoas com deficiência


O Brasil teve crescimento no estoque de empregos formais para pessoas com deficiência. Foram 22,8 mil novos postos de trabalho para este grupo, um saldo positivo de 5,5%. Houve aumento para trabalhadores com os cinco tipos de deficiência (física, auditiva, visual, intelectual e múltipla) e também para reabilitados.


A maior alta foi registrada para deficientes visuais, com crescimento de 16,3%, em relação a 2016 (+8,6 mil novas vagas). Trabalhadores com deficiência intelectual (mental) tiveram 2,4 mil empregos a mais (+7,3%). Pessoas com deficiência múltipla obtiveram 370 novos postos de emprego formal – alta de 5,1%.