GERAL & ECONOMIA Quinta-feira, 14 de Setembro de 2023, 08:34 - A | A

14 de Setembro de 2023, 08h:34 - A | A

GERAL & ECONOMIA / PROTEÇÃO AMBIENTAL

Povo Xavante se reúne para debater a proteção do rio das Mortes, em Mato Grosso

O rio das Mortes nasce na região da Chapada dos Guimarães e deságua no rio Araguaia próximo à Ilha do Bananal

Funai
Assessoria



Entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro de 2023, mulheres e homens xavante se reuniram no Fórum Öwawe Dzawi te Tsawörö - rio das Mortes e o Povo Xavante para discutir a proteção do Rio das Mortes, na aldeia Namunkurá, localizada na Terra Indígena São Marcos (MT).

O evento foi promovido pela Coordenação Regional Xavante, a partir dos encaminhamentos e demandas das comunidades indígenas, com recursos da Coordenação Geral de Gestão Ambiental (CGGAM) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, e contou com apoio da Namunkurá Associação Xavante (NAX), The Nature Conservancy (TNC) e do Centro Municipal de Educação Básica Indígena Namunkurá (CMEBIN).

O rio das Mortes nasce na região da Chapada dos Guimarães e deságua no rio Araguaia próximo à Ilha do Bananal. Em seu trajeto, ele percorre todo o território tradicional Xavante e banha quatro das nove Terras Indígenas (TIs) demarcadas para este povo: TI Sangradouro/Volta Grande, TI São Marcos, TI Areões e TI Pimentel Barbosa. A importância deste rio para o povo Xavante não é apenas ecológica, mas social e cosmológica.

Foram convidados para o evento 10 indígenas de cada uma das quatro TIs Xavante por onde passa o rio das Mortes. Visando a uma participação paritária, metade das convidadas foram mulheres. Além destas TIs, o evento contou com participantes das TIs Parabubure e Marechal Rondon, totalizando mais de 120 participantes. A programação envolveu palestras, grupos de trabalho, caminhada até o rio das Mortes e apresentações culturais, e contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), associações indígenas, instituições parceiras, universidades e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA).

Os Xavante presentes reafirmaram seu posicionamento contra os projetos de barragens no rio das Mortes e denunciaram a contaminação e desmatamento do entorno das TIs, que diminuem a quantidade de água e prejudicam sua qualidade. Durante a caminhada até o rio das Mortes, os anciãos fizeram depoimentos emocionados sobre a importância do fluxo natural do rio para a vida dos Xavante. Um ponto alto do evento foi a apresentação da escola indígena da aldeia Namunkurá, na qual os alunos, professores e comunidade representaram as antigas incursões dos guerreiros xavante em defesa do território e do rio das Mortes.

ntre os dias 28 de agosto e 1º de setembro de 2023, mulheres e homens xavante se reuniram no Fórum Öwawe Dzawi te Tsawörö - rio das Mortes e o Povo Xavante para discutir a proteção do Rio das Mortes, na aldeia Namunkurá, localizada na Terra Indígena São Marcos (MT).

O evento foi promovido pela Coordenação Regional Xavante, a partir dos encaminhamentos e demandas das comunidades indígenas, com recursos da Coordenação Geral de Gestão Ambiental (CGGAM) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, e contou com apoio da Namunkurá Associação Xavante (NAX), The Nature Conservancy (TNC) e do Centro Municipal de Educação Básica Indígena Namunkurá (CMEBIN).

O rio das Mortes nasce na região da Chapada dos Guimarães e deságua no rio Araguaia próximo à Ilha do Bananal. Em seu trajeto, ele percorre todo o território tradicional Xavante e banha quatro das nove Terras Indígenas (TIs) demarcadas para este povo: TI Sangradouro/Volta Grande, TI São Marcos, TI Areões e TI Pimentel Barbosa. A importância deste rio para o povo Xavante não é apenas ecológica, mas social e cosmológica.

Foram convidados para o evento 10 indígenas de cada uma das quatro TIs Xavante por onde passa o rio das Mortes. Visando a uma participação paritária, metade das convidadas foram mulheres. Além destas TIs, o evento contou com participantes das TIs Parabubure e Marechal Rondon, totalizando mais de 120 participantes. A programação envolveu palestras, grupos de trabalho, caminhada até o rio das Mortes e apresentações culturais, e contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), associações indígenas, instituições parceiras, universidades e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA).

Os Xavante presentes reafirmaram seu posicionamento contra os projetos de barragens no rio das Mortes e denunciaram a contaminação e desmatamento do entorno das TIs, que diminuem a quantidade de água e prejudicam sua qualidade. Durante a caminhada até o rio das Mortes, os anciãos fizeram depoimentos emocionados sobre a importância do fluxo natural do rio para a vida dos Xavante. Um ponto alto do evento foi a apresentação da escola indígena da aldeia Namunkurá, na qual os alunos, professores e comunidade representaram as antigas incursões dos guerreiros xavante em defesa do território e do rio das Mortes.

ntre os dias 28 de agosto e 1º de setembro de 2023, mulheres e homens xavante se reuniram no Fórum Öwawe Dzawi te Tsawörö - rio das Mortes e o Povo Xavante para discutir a proteção do Rio das Mortes, na aldeia Namunkurá, localizada na Terra Indígena São Marcos (MT).

O evento foi promovido pela Coordenação Regional Xavante, a partir dos encaminhamentos e demandas das comunidades indígenas, com recursos da Coordenação Geral de Gestão Ambiental (CGGAM) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, e contou com apoio da Namunkurá Associação Xavante (NAX), The Nature Conservancy (TNC) e do Centro Municipal de Educação Básica Indígena Namunkurá (CMEBIN).

O rio das Mortes nasce na região da Chapada dos Guimarães e deságua no rio Araguaia próximo à Ilha do Bananal. Em seu trajeto, ele percorre todo o território tradicional Xavante e banha quatro das nove Terras Indígenas (TIs) demarcadas para este povo: TI Sangradouro/Volta Grande, TI São Marcos, TI Areões e TI Pimentel Barbosa. A importância deste rio para o povo Xavante não é apenas ecológica, mas social e cosmológica.

Foram convidados para o evento 10 indígenas de cada uma das quatro TIs Xavante por onde passa o rio das Mortes. Visando a uma participação paritária, metade das convidadas foram mulheres. Além destas TIs, o evento contou com participantes das TIs Parabubure e Marechal Rondon, totalizando mais de 120 participantes. A programação envolveu palestras, grupos de trabalho, caminhada até o rio das Mortes e apresentações culturais, e contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), associações indígenas, instituições parceiras, universidades e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA).

Os Xavante presentes reafirmaram seu posicionamento contra os projetos de barragens no rio das Mortes e denunciaram a contaminação e desmatamento do entorno das TIs, que diminuem a quantidade de água e prejudicam sua qualidade. Durante a caminhada até o rio das Mortes, os anciãos fizeram depoimentos emocionados sobre a importância do fluxo natural do rio para a vida dos Xavante. Um ponto alto do evento foi a apresentação da escola indígena da aldeia Namunkurá, na qual os alunos, professores e comunidade representaram as antigas incursões dos guerreiros xavante em defesa do território e do rio das Mortes.

ntre os dias 28 de agosto e 1º de setembro de 2023, mulheres e homens xavante se reuniram no Fórum Öwawe Dzawi te Tsawörö - rio das Mortes e o Povo Xavante para discutir a proteção do Rio das Mortes, na aldeia Namunkurá, localizada na Terra Indígena São Marcos (MT).

O evento foi promovido pela Coordenação Regional Xavante, a partir dos encaminhamentos e demandas das comunidades indígenas, com recursos da Coordenação Geral de Gestão Ambiental (CGGAM) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas, e contou com apoio da Namunkurá Associação Xavante (NAX), The Nature Conservancy (TNC) e do Centro Municipal de Educação Básica Indígena Namunkurá (CMEBIN).

O rio das Mortes nasce na região da Chapada dos Guimarães e deságua no rio Araguaia próximo à Ilha do Bananal. Em seu trajeto, ele percorre todo o território tradicional Xavante e banha quatro das nove Terras Indígenas (TIs) demarcadas para este povo: TI Sangradouro/Volta Grande, TI São Marcos, TI Areões e TI Pimentel Barbosa. A importância deste rio para o povo Xavante não é apenas ecológica, mas social e cosmológica.

Foram convidados para o evento 10 indígenas de cada uma das quatro TIs Xavante por onde passa o rio das Mortes. Visando a uma participação paritária, metade das convidadas foram mulheres. Além destas TIs, o evento contou com participantes das TIs Parabubure e Marechal Rondon, totalizando mais de 120 participantes. A programação envolveu palestras, grupos de trabalho, caminhada até o rio das Mortes e apresentações culturais, e contou com representantes do Ministério Público Federal (MPF), associações indígenas, instituições parceiras, universidades e da Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA).

Os Xavante presentes reafirmaram seu posicionamento contra os projetos de barragens no rio das Mortes e denunciaram a contaminação e desmatamento do entorno das TIs, que diminuem a quantidade de água e prejudicam sua qualidade. Durante a caminhada até o rio das Mortes, os anciãos fizeram depoimentos emocionados sobre a importância do fluxo natural do rio para a vida dos Xavante. Um ponto alto do evento foi a apresentação da escola indígena da aldeia Namunkurá, na qual os alunos, professores e comunidade representaram as antigas incursões dos guerreiros xavante em defesa do território e do rio das Mortes.

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Nilo Aniversário

 



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