CIDADES Terça-feira, 29 de Junho de 2021, 16:34 - A | A

29 de Junho de 2021, 16h:34 - A | A

CIDADES / Novo decreto

Cidade libera uso de praias do rio Araguaia; banhistas terão que fazer teste contra Covid

Novo decreto libera a frequentação do local por turistas, desde que sejam cumpridas as regras estabelecidas

Sou de Palmas
com Redação



A prefeitura de Araguaína (TO), decidiu liberar o uso das praias do rio Araguaia, na região do Garimpinho. O decreto foi publicado nesta segunda-feira, 28, e estabelece que banhistas terão que fazer testes rápidos para frequentar os locais de banho. Festas e shows também estão proibidos.

A temporada de praias é tradição no Tocantins. Nesse período do ano, os níveis de água dos rios baixam e os bancos de areia aparecem formando as praias de água doce. Com uma temperatura alta, é difícil resistir aos cenários. No entanto, as programações foram suspensas desde o ano passado, por causa da pandemia da Covid-19.

Segundo o decreto, a utilização das ilhas e praias só poderá ocorrer nas áreas demarcadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, com pequenos acampamentos familiares, obedecendo a distância mínima de 10 metros.

As mesas dos restaurantes poderão ser ocupadas por no máximo seis pessoas, com distanciamento de 6 metros entre as mesas. Fica proibida também a realização de bailes, festas e shows nas ilhas, praias e no Povoado Garimpinho.

Conforme o texto, para que os turistas possam frequentar o local, será necessário passar pela testagem rápida e aferição de temperatura nas barreiras sanitárias montadas pela prefeitura.

Temporada de Praia em Goiás

Em maio, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, se reuniu com prefeitos da região do Araguaia, empresários do setor de turismo dos municípios e deputados estaduais, para discutir o decreto que cancelou a Temporada do Rio Araguaia, em 2021. A medida se dá pelo segundo ano consecutivo. Apenas a atividade de pesca esportiva foi liberada, mas com restrições.

O governo de Goiás também impôs medidas restritivas por decreto que, caso desrespeitadas, haverá a aplicação de multa entre de R$ 1 mil a R$ 500 mil reais.



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